domingo, 10 de novembro de 2013

COLISÃO MATA CINCO PESSOAS NO INTERIOR DO RS

IJUI NEWS, 10/11/2013

Colisão entre dois carros mata cinco pessoas na ERS-514, na Linha 13, em Ajuricaba



Cinco mortos e quatro feridos no acidente deste domingo em Ajuricaba.


A colisão frontal entre dois carros matou pelo menos cinco pessoas e deixou outras quatro feridas, às 6h deste domingo (10/11), na ERS-514, na Linha 13, interior do município de Ajuricaba.

As vítimas participaram da Festa Encontro das Feras, no Clube 29 de Maio de Ajuricaba, e voltavam para casa.

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual de Cruz Alta, um Astra com placas de Santa Rosa, mas pertencente a um morador de Ijuí, trafegava em alta velocidade no sentido Ajuricaba-Chorão e bateu de frente com um Golf de Ajuricaba, que voltava à cidade depois de deixar a namorada em Ijuí

O Golf pegou fogo. O motorista Renato Mafalda Rodrigues, 23 anos, morreu carbonizado. Ele viajava sozinho.



Renato Mafalda

No Astra estavam oito pessoas moradoras dos bairros Osvaldo Aranha, São Paulo e Lambari, de Ijuí.

O motorista Alexandro Delfina, 23 anos, e os passageiros Giovani Kuchak Almeida, 26, Edenilson Antunes, 23 anos, e Luana Soares da Chaga Fim, de 16 anos, morreram no local.



Aléx Giovani Edenilson

Deste mesmo veículo foram hospitalizados e passam por avaliação médica no Hospital de Caridade de Ijuí; Leonardo dos Reis de Moura, 18 anos, Janine Mara Lautert, 18, Jaqueline Soardi Becker, 18, e Osmar de Camargo Júnior, de 19 anos.

A Brigada Militar foi acionada quando o paciente Leonardo dos Reis de Moura deu entrada no Pronto Socorro do Hospital, pois com ele foi encontrado 10 petecas de cocaína. O registro do fato foi feito na Delegacia de Polícia.
 Vídeo e Fotos: Abel Oliveira


RS REGISTRA PELO MENOS 9 MORTES NO TRÂNSITO NO FIM DE SEMANA

ZERO HORA 10/11/2013 | 08h06

Estado registra pelo menos nove mortes no trânsito neste fim de semana. Acidente mais grave ocorreu na Freeway e matou três pessoas


Caminhonete invadiu lavoura em São Francisco de AssisFoto: Arami Fumaco / Especial

Pelo menos nove pessoas morreram em acidentes de trânsito no Estado neste fim de semana. Entre a madrugada de sábado e a madrugada de domingo, foram registrados sete acidente com vítimas fatais. O mais grave ocorreu na Freeway, em Glorinha. Por volta das 17h deste sábado, um veículo Zafira capotou após sair da pista no km 48, provocando a morte de três pessoas (duas delas crianças) e deixando outras quatro feridas.

No início da tarde de sábado, William Ferreira de Quadros, de 20 anos, morreu em São Francisco de Assis, após cair em um barranco. Segundo a polícia, chovia no horário do acidente.

Em Flores da Cunha, no km 108, na tarde de sábado, um caminhão invadiu a pista contrário e chocou-se de frente com um paredão de pedra, causando a morte do motorista.

Um homem morreu após colidir a moto que pilotava contra um caminhão na RSC-287, em Montenegro. O acidente ocorreu por volta das 3h30min deste sábado, no km 15 da rodovia.

Na BR-285, entre Santa Bárbara e Panambi, às 7h30min deste sábado, um Corsa Wind com placas de Panambi saiu da pista e caiu em uma ribanceira.Morreu Andreia de Souza, 22 anos, que conduzia o veículo.

Em Porto Alegre, Gelson Bueno da Rosa, 35 anos, condutor de um Ford Fiesta colidiu por volta das 7h contra um poste na Estrada João de Oliveira Remião e morreu no local. O acidente aconteceu em torno das 7h de sábado.

Uma colisão lateral entre um caminhão e um veículo Kadett resultou na morte do motorista do carro em Ibirubá. O acidente ocorreu por volta das 17h no quilômetro 52 da RS-223, noroeste do Estado. Vagner Barbosa, 31 anos, morreu a caminho do hospital.

Um outro acidente impressionou neste sábado. Dois homens ficaram feridos depois que uma caminhonete invadiu um posto de combustíveis em Boa Vista do Buricá, no noroeste do Estado. O veículo, conduzido por Celso Antonow, 61 anos, saiu da pista na altura do km 122 da BR-472 e colidiu com um filtro de diesel do posto antes de bater em um automóvel Fiat Uno. Dois frentistas, Neri João Engster, 42 anos, e Dirson Ames, 47, ficaram feridos na colisão e foram encaminhados para hospitais de Santa Rosa e Três de Maio, respectivamente.

domingo, 3 de novembro de 2013

QUEDA DE ÔNIBUS DEIXA PELO MENOS QUATRO MORTOS NA ERS 115

Queda de ônibus deixa pelo menos quatro mortos em Passo Fundo Fernanda da Costa/Agência RBS

ZERO HORA ONLINE 03/11/2013 | 10h55


Queda de ônibus deixa pelo menos quatro mortos em Passo Fundo Fernanda da Costa/Agência RBS. Coletivo saiu da pista em uma curva da ERS-115


Fernanda da Costa, de Passo Fundo



Um ônibus que saiu do Paraguai com destino a Nova Prata, na Serra, caiu de uma ponte na ERS-135, em Passo Fundo, no norte do Estado. Segundo as primeiras informações da Brigada Militar, pelo menos quatro pessoas morreram _ dois homens e duas mulheres _ e mais de 30 ficaram feridas. A identidade das vítimas ainda não foi confirmada.

O veículo, com placas de Nova Prata, teria caído de um barranco, no km 2, que tem entre 25 e 30 metros. O acidente ocorreu por volta das 8h deste domingo. Um motorista que passava pelo local avistou à cena e avisou à polícia.

Várias ambulâncias se deslocaram para o local para atender os feridos. Há informações de que foi solicitado apoio dos municípios de Coxilha, Casca e Erechim. Ambulâncias do Samu de Carazinho, Passo Fundo, Marau e Tapejara prestaram socorro, além de bombeiros de Passo fundo e Marau.

As vítimas foram levadas para o Hospital São Vicente de Paulo e Hospital da Cidade, ambos em Passo Fundo. Até as 10h30min, 28 pessoas haviam dado entrada no primeiro _ dois deles estão em estado grave. Na segunda instituição, 10 feridos foram registrados _ todas mulheres.

Por se tratar de um local de difícil acesso, integrantes de um grupo de jipeiros teriam auxiliado na retirada dos feridos.

Informações preliminares dão conta de que o motorista teria se perdido em uma curva, capotado e descido o barranco. O sargento Inédio Piccini, do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) de Passo Fundo, disse que a curva em que o coletivo capotou é muito aberta e perigosa:

— É muito comum veículos grandes não conseguirem vencê-la. Este é um ponto também que não tem acostamento, o que dificulta ainda mais a situação. Uma barreira de proteção havia sido colocada, mas foi quebrada devido à queda de um caminhão de combustível no mesmo local há poucos dias.

O teto do veículo foi arrancado com a força da capotagem. Os proprietários da empresa Turis Prata informaram que devem comparecer ao local para buscar as marcadorias compradas pelos clientes no Paraguai.

A perícia foi até o local para fazer a liberação dos corpos.


ZERO HORA

sábado, 2 de novembro de 2013

A DETERIORAÇÃO DAS ESTRADAS



ZERO HORA 02 de novembro de 2013 | N° 17602

EDITORIAIS


Pesquisa recém divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) confirma em números a percepção de quem dirige de forma rotineira pelo Estado: do ano passado até agora, a situação das rodovias gaúchas se deteriorou consideravelmente. A piora é percebida de forma mais acentua-da nas rodovias sob responsabilidade dos governos estadual e federal, que apresentam níveis de dificuldades muito superiores aos das concedidas pela iniciativa privada. O resultado aponta para a urgência de novos investimentos nas estradas, particularmente no que se refere à pavimentação e à duplicação das mais perigosas e movimentadas.

A situação no Rio Grande do Sul não é muito diferente da registrada no país de maneira geral, já que o levantamento registrou em âmbito nacional uma queda no percentual de entrevistados que apontam condições favoráveis. Preocupa, porém, o fato de, no Estado, o percentual de rodovias que pode receber o conceito bom e ótimo ter caído de 58,7% para apenas 48,9%. O aspecto mais grave é que, na maioria dos casos, os problemas apontados implicam riscos à segurança dos usuários, pois se referem a casos de erosão na pista e a buracos no asfalto. Além disso, contribuem para encarecer o frete, levando o consumidor a arcar com o custo final. Os problemas se mantêm devido à escassez de investimentos, à falta de fiscalização sobre veículos mais pesados e a equívocos nas fases de planejamento e execução das obras. É isso que dá margem a constantes engodos na prestação de serviços por parte de empreiteiras, a desperdício de recursos e mesmo a casos de corrupção.

Um Estado que depende basicamente das rodovias para o deslocamento da população e o transporte de mercadorias precisa encontrar formas de contornar a falta de recursos oficiais para investir mais nessa área. Se não há recursos orçamentários, a alternativa é buscá-los fora, apostando em alternativas como as parcerias público-privadas, por exemplo. O inadmissível é que, por restrições de toda ordem, inclusive ideológicas, o Rio Grande do Sul continue impondo um custo tão elevado para a sociedade, impedindo sua economia de melhorar os níveis de produtividade devido a deficiências de infraestrutura.

Qualquer que seja a reação, o poder público, em âmbito estadual e federal, só terá melhores condições de reverter esse quadro quando alcançar níveis de excelência em planejamento, na execução de projetos, na redução da burocracia e na capacidade de fiscalizar com rigor questões como excesso de peso nas estradas. Mas é preciso que invista também para desafogar as rodovias, apostando mais nos sistemas hidroviário e ferroviário.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

MAIS BURACOS



ZERO HORA 01 de novembro de 2013 | N° 17601

Estradas gaúchas estão piores, aponta pesquisa

Levantamento da CNT mostra queda nos índices de conservação das rodovias em relação a 2012



Os dados da Pesquisa Confederação Nacional do Transporte (CNT) de Rodovias 2013, divulgados ontem, retratam uma situação muitas vezes sentida na pele de usuários que circulam pelas estradas gaúchas. Os índices de satisfatórios (ótimo e bom) sobre a conservação dos trechos no Estado apresentam piora desde 2010. Nesta edição, não foi diferente.

Do total de 8.255 quilômetros avaliados – 5.525 nas mãos do setor público e 2.730 com concessionárias –, 48,9% estão em condições ótimas e boas. No ano passado, o índice era de 58,7%, número que abrange estradas federais e estaduais. Foram avaliados pavimento (59,9% de ótimo e bom), sinalização (52,1%) e geometria da via (22,1%).

As rodovias conservadas pelo poder público têm 37,5% de ótimo e bom, contra 72% das administradas por concessionárias. O índice é de 56,5% quando se refere à extensão federal e 31,8% no que diz respeito à estadual.

Há seis pontos considerados críticos (que trazem graves riscos à segurança dos usuários): dois são erosão na pista e quatro são referentes a grandes buracos.

O estado geral das rodovias brasileiras também teve piora no último ano. Conforme a pesquisa, 63,8% da extensão avaliada apresenta alguma deficiência no pavimento, na sinalização ou na geometria. Em 2012, o índice havia sido de 62,7%. Também aumentou o número de pontos críticos, que passaram de 221 para 250. De acordo com o estudo, a maior parte da extensão pesquisada (88%) é formada por pistas simples e de mão dupla, e 40,5% do total avaliado não possuem acostamento.

Conforme o presidente da CNT, senador Clésio Andrade, a estatística mostra a necessidade urgente de aumentar os investimentos nas rodovias brasileiras, principalmente em duplicação.

– O governo tem uma dificuldade gerencial. Muitos projetos não saem do papel. Há um excesso de burocracia. Os investimentos precisam ser ampliados de fato para que o Brasil possa melhorar sua competitividade – diz o senador.

Esta é a 17ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, na qual foram avaliados 96.714 quilômetros em 30 dias de coleta em campo. É pesquisada toda a malha federal pavimentada e as principais rodovias estaduais. O órgão estima que as rodovias brasileiras necessitam de R$ 355,2 bilhões em investimentos, mas informa que o governo federal autorizou bem menos: R$ 12,7 bilhões.

Os valores estaduais não foram contabilizados. Cerca de 66% da movimentação de cargas e 90% da movimentação dos passageiros ocorrem pelas rodovias do Brasil.


COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Qual é a razão de existir uma polícia rodoviária? Entre as atribuições de uma polícia rodoviária está o exercício dos "poderes de autoridade de polícia de trânsito, cumprindo e fazendo cumprir a legislação e demais normas pertinentes, inspecionar e fiscalizar o trânsito", e assegurar a livre circulação nas rodovias, "podendo solicitar ao órgão rodoviário a adoção de medidas emergenciais". Assim, podemos afirmar que a razão da existência de uma polícia patrulhando as rodovias não é só multar, mas prover segurança pública aos usuários destas rodovias, sendo que a fiscalização e a aplicação de multas são atribuições inerentes a este objetivo social. Não estarão se omitindo os gestores e policiais rodoviários, estadual ou federal, que permitem a existência de buracos nas vias que podem causar acidentes com perdas de vidas e patrimônios? E a justiça civil e criminal que age com descaso nesta área e permite a cobrança por serviços que não existem?

sábado, 26 de outubro de 2013

ESPINGARDA NA HORA DO ACORDO

JORNAL NOROESTE, sexta-feira, 25 de outubro de 2013 23:14

Homem bate no carro e foge. Quando o motorista prejudicado o procura, ele recebe-o com uma espingarda.

Um homem residente no interior de Santa Rosa transitava com seu Chevette pela cidade, quando foi abalroado por um Monza. O motorista do Monza fugiu do local, mas seu endereço residencial foi localizado pela vítima.

Ao chegar na casa, foi recebido pelo indiciado armado de espingarda e assegurando que não iria pagar nada do acidente.




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

CÂMARAS EM VEÍCULOS FLAGRAM ACIDENTES FORJADOS NA RUSSIA

REDE GLOBO FANTÁSTICO, 20/10/2013 20h59

Recurso se popularizou há cinco anos e é uma forma de provar a inocência em incidentes. Principalmente quando a suposta vítima tenta armar farsa.



Em nome da segurança, muita gente está instalando câmeras nos carros e nas motos. Esta semana, uma dessas câmeras registrou uma tentativa de assalto do ponto de vista da própria vítima.

“Ela já fica acoplada ao capacete. A gente registra no ponto que a gente decide que é legal para começar a gravar.”, explica o motoqueiro Anderson de Oliveira.

Naquele momento ele estava gravando. “Eu decidi ligar a câmera no momento que eu percebi que tinha uma moto atrás de mim. Aí deu no que deu”, lembra.

A imagem do assalto correu o mundo. Foram 27 mil visualizações na Rússia! O país onde ter uma câmera instalada no carro virou febre. Na Rússia, as câmeras filmam de tudo. O trânsito é complicado: bastante tráfego, confusão, brigas, e como tem acidente. Só em 2012, foram mais de 177 mil.

Mas alguns são pura pilantragem. Em um deles, um rapaz, decidido, e se joga no capô de um carro.

“A câmera ajuda a pessoa não cair nesse tipo de golpe”, explica Carlos Serapião.

Carlos é brasileiro e mora há sete anos na Rússia. Ele tem uma câmera no carro. “Você instala ela no local que coloca o isqueiro, então, toda vez que você liga o carro, ela automaticamente liga”.

Serguei explica que esse recurso se popularizou há mais ou menos cinco anos e é uma forma de provar a inocência em incidentes no trânsito. Principalmente quando a suposta vítima tenta armar uma farsa. A mais comum é a pessoa simular o próprio atropelamento para tirar dinheiro do motorista.

Funciona mais ou menos assim: o pedestre se esconde, espera o carro se aproximar e, de repente, se joga com tudo sobre o carro. Se arrisca por um dinheiro que nem sabe se vai ganhar. Às vezes parece piada.

No vídeo, você vê uma loira, que aparenta estar alcoolizada, ir de encontro ao carro, reclamar e, depois, calmamente, se jogar sob as rodas.

Um outro rapaz se joga bem lentamente. Depois finge ter machucado a perna.

Para Serguei, a maioria dos golpistas não arrisca a vida. Eles são muito bons atores.

Outra forma de trapaça é bater com equipamentos já quebrados nos retrovisores dos carros. No vídeo, dá para ver um celular sendo arremessado. Instantes depois, o homem diz que o motorista quebrou seu aparelho. Ele tem uma testemunha, mas a imagem filmada pelo carro de trás serve para provar que não passou de um golpe.

Tem também o golpe da marcha à ré. O motorista da frente engata a ré, ou para bruscamente, e provoca a batida na traseira do carro.

Foi o que aconteceu com Vladimir, meio russo meio brasileiro, três meses atrás. “O carro que estava na minha frente freou bruscamente. Eu não tinha tempo de reagir e bati atrás do carro dele. O homem falou que ele quer uns 5 a 6 mil rublos, que representam US$ 200 dólares - uns R$ 400, R$ 500”, conta.

Em qualquer acidente de trânsito na Rússia, as pessoas têm que parar o carro e chamar a perícia, que pode demorar algumas horas para chegar. Com a filha de 8 meses no carro, Vladimir não quis esperar e decidiu resolver no local, como chamam os russos.

“Eu tinha aquele dinheiro e resolvi dar aquele dinheiro e resolver na hora”, ele explica.

No dia seguinte, ele assistiu ao vídeo que tinha gravado e ficou intrigado com alguns detalhes: “A mulher do cara que estava dirigindo tem uma atitude bastante estranha. Ela está com peruca, tem o cabelo falso, está fazendo alguns sinais para seu marido”, relata.

Começou a pesquisar na internet e viu várias situações assim. Percebeu que tinha caído em um golpe. “Esses caras fazem esse golpe num local uma vez por mês, uma vez por mês em outro local. Essa é a minha história”, diz.

No Brasil, o advogado Alberto Germano instalou câmeras de segurança bem sofisticadas no seu carro. Ele conseguiu filmar o próprio assalto em fevereiro de 2013. As imagens foram entregues para a polícia. Mas até hoje ninguém resolveu o caso.

Vladimir está de mudança para o Brasil por motivos de trabalho. Daqui duas semanas, ele deve desembarcar em São Paulo com a mulher, a filha e a câmera.

“Vou instalar a câmera no meu veículo em São Paulo. Porque eu dirigi muito no Brasil, percorri o Brasil - do Rio Grande do Sul até o Ceará. E vou dizer: o trânsito no Brasil não é muito fácil não”, diz.

Enquanto isso, na Rússia, as câmeras devem continuar registrando cenas surpreendente e bizarras.